Atividade dirigida de Geografia – 6º ano
Ensino Fundamental.
Modernização da Agricultura
A
partir de 1820, a
agricultura teve uma nova fase, onde a natureza passou a fornecer fertilizante
para a mesma; e posteriormente o fertilizante
passou a ser sintético e produzido artificialmente. Mas após a II Guerra
Mundial intensificou o uso de agrotóxico para eliminar insetos, ervas daninhas
e outras pragas.
Outro
fator que modernizou a agricultura foi a mecanização que teve inicio nos EUA,
devido a falta de mão de obra naquele país.
A
partir de 1943 a
Fundação Rockefeller financia
pesquisa para melhorar a produção de alimento no México.
As
pesquisas da Fundação Rockefeller vão resultar na VAP – Variedades da Alta
Produtividade.
- 1945 – após a II Guerra Mundial – Guerra
Fria – Capitalismo (EUA) X
Socialismo (URSS) e fome torna-se um problema sério.
- Décadas de 1950 e 1960 –Revolução Verde
– modelo de produção para combater a fome nos países subdesenvolvidos.
- Os EUA incentivam o modelo de produção
estabelecido na Revolução Verde – com as principais propostas:
-
Plantar as Sementes VAPs.
-
Uso de adubos químicos.
-
Utilizar equipamentos modernos.
-
Combates a praga com produtos químicos.
No
inicio e no ponto de vista de produção a Revolução Verde foi positivo, porém
gerou alguns impactos indesejáveis ao meio ambiente.
- Intensificações de pragas existem,
redução da população de predador – alteração no ciclo da vida, na ordem
natural das coisas.
- Desenvolvimento de novas pragas.
- Eliminação de insetos benéficos a
agricultura, através dos agrotóxicos utilizados.
- Alteração do ecossistema.
- Degradação dos solos, águas devido a
contaminação por agrotóxicos, adubos e fertilizantes.
- Desmatamento indiscriminados.
- Contaminação do ar, gerados pelos
tratores, equipamentos agrícolas, fertilizantes que liberam óxido nítrico.
Impactos
Sociais provocados pela Revolução Verde
- Perda de conhecimentos teóricos e
práticos acumulados pelos agricultores tradicionais ao longo de inúmeras
gerações.
- Monocultura para fornecer alimentos para
os grandes estabelecimentos e inovação inadequada para a agricultura de
subsistência e familiar.
- Falta de investimentos aos pequenos
agricultores e agricultores pobres.
- Dependência das grandes multinacionais
para fornecer sementes, insumos agrícolas e tecnologias.
- Desmatamento da Amazônia e destruição
quase total do cerrado brasileiro e de outros biomas também, com a
abertura de Novas Fronteiras Agrícolas.
A
Revolução Agrícola Mundial
O
intenso comércio agropecuário internacional criou a necessidade de um
crescente aumento da produção, da qualidade e, consequentemente, da evolução
tecnológica nas técnicas de plantio e dos sistemas de escoamento dos produtos.
As
commodities (nome que os produtos primários recebem no mercado
financeiro) são negociadas em bolsas de mercadorias e futuros (BMFs).
A
competição não envolve apenas o desenvolvimento tecnológico e científico. Os
países mais ricos formam blocos econômicos e têm como grande arma o
potencialismo de seus setores agrícolas (subsídios, dificuldades para
importações e facilidades para exportações), aumentando assim o seu poder de
competição no mercado internacional.
Desde
o período colonial, uma pequena e privilegiada classe social possui a maior
parte das terras cultiváveis em áreas de melhores solos, voltada para a
exportação (plantation), que é mais lucrativa. A agricultura de
subsistência ocupa os piores solos e os produtos cultivados destinam-se ao mercado
interno.
A
agricultura do mundo subdesenvolvido é responsável pelo fornecimento dos
produtos agrícolas tropicais mais procurados no mercado internacional: café,
açúcar, amendoim, algodão, cacau, borracha, frutas diversas (abacaxi, laranja,
manga, banana etc.) e outros.
Com
a expansão da indústria, a agricultura deixou de receberem incentivos e exigiu
que a Europa Ocidental importasse gêneros alimentícios para atender o consumo
interno.
Na
Europa Ocidental, existem poucos latifúndios. O trabalho familiar ainda é comum,
principalmente nas pequenas comunidades. Nos Estados Unidos, predomina o trabalho
familiar, mesmo em propriedades agrícolas extensas.
Principais
produtos agrícolas
Os
países desenvolvidos e industrializados intensificaram a produção agrícola por
meio da modernização das técnicas empregadas, utilizando menos mão de obra. As
atividades agrícolas ocupam aproximadamente de 11 a 12% da superfície dos
continentes.
- O trigo é um dos vegetais mais
antigos cultivados pelo homem. Nativo de terras asiáticas ocidentais. A
China (97,0 milhões de toneladas), a Índia (72,0 milhões de toneladas) e
os Estados Unidos (57,3 milhões de toneladas).
- A soja é uma leguminosa
originária da Ásia Oriental, particularmente da China. Os maiores
produtores mundiais de soja (2005) são: Estados Unidos (83,9 milhões
toneladas); Brasil (52,7 milhões de toneladas) e Argentina (38,3 milhões
de toneladas), sendo também esses países os principais exportadores.
- O café é um arbusto de origem
africana de um lugar chamado Kaffa, no interior da Etiópia (nordeste da
África). Os maiores produtores mundiais de café (2005) são: Brasil (2,1
milhões de toneladas), Vietnã (0,9 milhão de toneladas), Indonésia (0,7
milhão de toneladas), Colômbia (0,6 milhão de toneladas) e México (0,3
milhão de toneladas), e os maiores exportadores mundiais são: Brasil,
Colômbia e Indonésia.
- A cana-de-açúcar tem como maiores
produtores mundiais: o Brasil (336,6 milhões de toneladas), a Índia
(271,0 milhões de toneladas) e a China (82,4 milhões de toneladas). A
cana-de-açúcar teve origem na ilha de Nova Guiné, na Oceania, e foi levada
para o continente asiático.
- O cacau é uma planta
característica da faixa intertropical do globo, com preferência para as
condições de clima equatorial. Acredita-se que o hábito de consumir o
cacau como alimento (chocolate) teve início com os povos maia e asteca que
habitavam a região que hoje corresponde ao México.
- O arroz é provavelmente
originário da Ásia Oriental, especialmente da China. Os maiores produtores
mundiais são: China (181,9 milhões de toneladas), Índia (130,5 milhões de
toneladas) e Indonésia (54,0 milhões de toneladas). Os maiores
exportadores mundiais são: Estados Unidos, Uruguai e Grécia.
- O feijão é uma planta leguminosa
cultivada desde os tempos pré-históricos para ser consumida na forma de
alimento. Alguns afirmam que o seu cultivo teve início no sul da Índia
(Ásia); para outros surgiu nos altiplanos do México (América do Norte); Os
maiores produtores mundiais de feijão são: Índia (4,9 milhões de
toneladas), Brasil (3 milhões de toneladas) e Estados Unidos (1,3 milhão
de toneladas). Os (maiores exportadores mundiais são: Mianmar (0,6 milhão
de toneladas), China (0,4 milhão de toneladas) e Estados Unidos) (0,3
milhão de toneladas) (1997).
- A batata é uma planta herbácea,
classificada como tubérculo, com muitas variedades. Sua origem é
americana, apesar de ser conhecida como batata-inglesa.
- Os principais produtos da agricultura
brasileira são: trigo, soja, milho, arroz, cana--de - açúcar, café, cacau
e laranja.
O
modelo de agricultura aplicado a partir da Revolução
Verde não resolveu o problema da fome, apesar do aumento da produção.
A
importância dos pequenos agricultores, especialmente no Brasil, sua capacidade
de gerar alimentos, seu potencial de distribuição de renda, a participação de
ONGs ajudando na organização e a possibilidade de uma agricultura mais
integrada ao meio ambiente nos levam a concluir que uma das formas mais
eficientes para diminuir a miséria e a fome no país é a correta valorização e o
incentivo à agricultura familiar, tendo como marco inicial uma efetiva reforma
agrária.
Assim
como no Império Romano, os fluxos de capitais,
mercadorias, serviços e tecnologia também são os mais importantes da
globalização e são distribuídos em vários centros e não em um único (como era
no Império Romano). O poder hoje está nas mãos das grandes corporações
internacionais.
Atividade dirigida de Geografia – 6º ano
Ensino Fundamental.
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Complete as lacunas abaixo com as
palavras que estão em negrito no texto.
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